Foi culpa da Lua

Eu te perceber 

A culpa foi tu

Me fez querer você  (8′

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Lápis de cor

Hoje eu resolvi desenhar um pouco. E eu vi o quanto eu deixo as pequenas coisas me afetarem. Eu sempre amei desenhar e pintar. Mas depois do sr. Tall, dos desenhos que eu fazia da gente, depois de tudo terminar, eu parei. Pegar as folhas, os estojos, abrir o Rascunho do celular, tudo fazia lembrar.

E eu fui deixando passar, esquecendo uma parte de mim. E eu não posso deixar isso acontecer de novo. Não importa o que aconteca, eu preciso manter minha paz. E desenhar me ajuda nisso. 

Alguém que cante

Estava ouvindo música (e cantando) e acabei caindo em umas dessas bem melosas. 

Aí me lembrei do sr. Tall, e do Hum*. De como ambos gostavam / gostam de cantar e de como eu gostava disso. Todo dia tinha áudio do sr. Tall cantando, duetos incríveis no Skype e em ligações. 

Das vezes que saí com o Hum sempre cantávamos no meio da rua, no metrô, nos parques. E eu podia cantar e ele acompanhava. E eu lembro da gente na grama, ele com a cabeça no meu colo, e a gente cantando.

Se eu posso pedir algo para o próximo, caso ele apareça, que ele goste de cantar.

Ariel casou!

Meu amigo pequena Sereia casou!

Foi legal. Estranho, mas legal. Ariel é aquele amigo de anos (Thanks  !) E eu sempre vi como um irmão mais novo (pelo tamanho reduzido – dscp Ariel) ou mais velho (pelos conselhos).

Às vezes ele age como a “voz da razão” como ele mesmo fala, pq ele sempre me dá motivos racionais e lógicos para fazer or não as coisas. Geralmente eu só ouço mesmo, acabo seguindo meu , normalmente dá merda mas a vida é assim, segue o baile.

Enfim. Mesmo assim, diferentes, nossa amizade vai seguindo, e ele faz uma diferença imensa na minha vida. Agora ele é um senhor casado, pai de família, moço de responsabilidades. E ele vai se dar bem nesses novos papéis, pq ele se dá bem em tudo.

Ele não  faz nada pela metade, e isso é lindo nele. Como eu costumo dizer, ele é um ser de luz. Que não sei como me aguenta kkkkkkkkkkkkkkk

Ok. Felicidades amiguinho. Que seu Erick* te faça muito feliz. Mesmo. Te adoro.

 

*Erick aqui é só uma referência ao namorado da Pequena Sereia do Filme. O Erick do Ariel se chama Priscila.

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White

Meza

Já faz um tempo desde a última vez, mas eu não canso de olhar nossas fotos e lembrar de tudo e criar coisas novas pra gente, pra nossa casa e nossa vida.

É tão estranho isso, sonhar por dois, sonhar com algo que não vai acontecer, saber que você está em outra vibe, que algo que foi bom pra mim pra ti não foi tudo isso.

E eu tenho um medo tão grande de nunca sentir isso de novo, essa vontade de voce, essa vontade de ter um nós, se sentir em casa em um abraço e não ligar de ter alguém bagunçando meu cabelo e reclamando do meu jeito de repetir a mesma música o dia todo.

Não ter você pra andar abraçada e não ter você pra ajudar a escolher a roupa e não ter sua barriga pra apertar e dizer que é nossa filha, não ter como me assustar da quantidade da sua comida e não combinar de gastar a sua parte de agua.

Não ter você dói demais.  Saber que você não volta dói demais. Eu sinto falta de nossas brigas, você sempre voltava, e agora eu não tenho essa volta e tudo é vazio e eu não quero lidar com isso.

Eu quero te ligar e te pedir para voltar, que eu te entendo e que a gente pode superar isso, mas eu te disse isso tantas vezes, já escrevi, tantas e tantas vezes…
Não adiantou, não é mesmo? Assim como não adiantaria agora.

Picolé 

Passando pelo centro da minha cidade resolvo tomar um picolé. Beleza. Picolé comprado, fones no ouvido, um menino de uns 6 anos começa a gritar algo como: “Me dá! Me dá um pedaço!!!”

Quando me viro pra ter certeza do que ele está falando, a menina com ele, uns 5 anos: “dá nada não”

Quando ia falar que compraria os picolés pra eles, ele vira, cheio de ódio: “PRECISA DE NADA NÃO FILHA DA PAUTA ATÉ PARECE QUE NUNCA VIU UM PICOLÉ”

Perdeu um picolé por bobeira, Beijos.

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