Aaaaaaaaah

Estava tudo lindo e fofo e maravilhoso. Até o momento em que ele sumiu. Eu já deveria estar acostumada, pq né, todos somem em algum momento, mas eu ainda mantenho a fé.

Enfim.

Ele sumiu. E eu chorei. Quem me conhece sabe que meu “eu chorei” é tenso. Uma semana inteita. Dormia chorando, e acordava chorando. Pegava o ônibus chorando; passava o dia no trabalho pedindo pra ir ao banheiro pra chorar. Fim do expediente? Otimo; posso chorar no ônibus em paz. Ia dormir chorando e tudo se repetia.

Agora que eu estou “bem”, ele volta. Qual a porra do problema desses caras?

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o mocinho dos correios

Mocinho é forma de falar, pq já era um senhor. Apareceu na loja pedindo que alguém fosse até o carro com ele, porque “ele que não ia ficar rodando o shopping atrás da loja”. Ok.

Assinei o recebimento e percebi que ele estava com dificuldade de ler o nome. Minha letra é bonita. Sério. Filha de professora, anos de caligrafia. Minha letra é legal. E ele começa: “Ma.. ma.. Mariana? ” quando eu aceno que sim, vem a pérola: “Nossa, nome exótico esse seu, hein? Se ainda fosse um Maria, Miriam… mas Mariana, nunca vi!”

E até hoje eu não sei se era louco ou se estava falando sério.