Respira…

“São várias formas de se sentir um lixo”

Depois que li essa frase, ela nunca mais saiu da minha cabeça. Ela fica indo e voltando,  e Deus sabe o quanto eu me identifico com ela. 

Tem a minha aparência. Eu nunca fui a bonita, a que chama a atenção. Nunca. Eu não gosto do que vejo no espelho e isso é tão deprimente. Tem a faculdade. Cada dia eu me sinto mais burra ali dentro. Sério. Parece que todo mundo entende tudo o tempo todo, esponjas sugando tudo que o professor ensina.  Tem o lance do Meza. Claro, sempre ele. Convenhamos quer chamada de iludida não deixa boas marcas. Mas não ter conseguido “segurar” o Meza me dói. Demais. Não que ele seja um objeto a ser “segurado”, mas talvez se eu tivesse me esforçado mais, as coisas teriam fluído. Sinto que com ele eu perdi a última chance que eu tinha de ter uma casa, filhos, alguém pra mim. E me sinto um fracasso por ter perdido a oportunidade. Tem o emprego. Deus, como eu queria um emprego. Odeio essas cobranças, não poder tomar um sorvete sem pensar vinte vezes se dá ou não pra pagar, ou então passar semanas me sentindo culpada por ter gasto 2 reais com um esmalte. 

Eu me sinto um lixo quando olho pra mim e vejo no que me tornei, ou melhor, não me tornei. Não me tornei mãe nem esposa, nem uma profissional de sucesso. Não tenho um cabelo fodastico nem uma aparência estonteante. Eu me vejo como algo vagando por aí sem sentido nem rumo e eu só queria poder parar de vagar, sabe? Não acordar, não pensar, não chorar, não sofrer.

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Tutto molto interessante (8′

O estranho caso do cara que não queria nada sério, mas em uma semana já apareceu namorando

 ¯\_(ツ)_/¯

O estranho caso da garota que atrai esse tipo de problema, no caso, eu. 

O peso da idade

Percebi o quanto estou velha ao escrever um post e usar como título a expressão “Racha a Cara”. Ninguém mais usa isso. Foi moda uns 10 anos atrás, eu acho. 

Meu Deus.  

Quando o problema é fofo demais

Você conhece o cara, tudo lindo, maravilhoso. Aí vi sai com ele e percebe que ele pode se resumir a problema. Pessoas normais correm, eu, insisto.

O bonito some do nadaaaa em um belo dia de sol.

Três meses depois, vocês se reencontram. Pessoas normais, correm. Eu, dou corda, saio de novo, beijo de novo, converso de novo,  tomo no c* de novo.

Figurinha repetida não completa álbum.

(Mas valeu a pena)

Dedicado ao mocinho de óculos. 

 

(Este post não reflete a situação atual, encontrei perdido nos rascunhos. Uma pena. Creio ue foi escrito em agosto, mais ou menos)

White

Picolé 

Passando pelo centro da minha cidade resolvo tomar um picolé. Beleza. Picolé comprado, fones no ouvido, um menino de uns 6 anos começa a gritar algo como: “Me dá! Me dá um pedaço!!!”

Quando me viro pra ter certeza do que ele está falando, a menina com ele, uns 5 anos: “dá nada não”

Quando ia falar que compraria os picolés pra eles, ele vira, cheio de ódio: “PRECISA DE NADA NÃO FILHA DA PAUTA ATÉ PARECE QUE NUNCA VIU UM PICOLÉ”

Perdeu um picolé por bobeira, Beijos.

Baixa o Tinder

Não entendo a necessidade que os caras tem de atazanar gente que fez parte do passado deles. Sério.

Já tentamos, não deu certo, beleza, segue o baile.

O que não pode é toda vez que você se sentir carente vir com um “Oi sumida”, “sdd”. Porque sabemos que não é bem assim.

Baixa o Tinder. Vai conhecer gente nova e me deixa.
(Esse post foi feito especialmente para o senhor Fdb, ou Sr. Tall, que nao satisfeito em ser o mais embuste dos embustes, resolveu fingir que nada aconteceu e me mandou menagens com o teor do clássico “Oi sumida”. Minha educação de princesa não permitiu, mas fica aqui meus mais sinceros vai tomar no c*.
Beijas.

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