Alguém que cante

Estava ouvindo música (e cantando) e acabei caindo em umas dessas bem melosas. 

Aí me lembrei do sr. Tall, e do Hum*. De como ambos gostavam / gostam de cantar e de como eu gostava disso. Todo dia tinha áudio do sr. Tall cantando, duetos incríveis no Skype e em ligações. 

Das vezes que saí com o Hum sempre cantávamos no meio da rua, no metrô, nos parques. E eu podia cantar e ele acompanhava. E eu lembro da gente na grama, ele com a cabeça no meu colo, e a gente cantando.

Se eu posso pedir algo para o próximo, caso ele apareça, que ele goste de cantar.

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Quer dizer que superei?

Sabe, quando as coisas tomaram aquele rumo incerto, e tudo o que eu sabia era me perguntar o que eu tinha feito de errado, eu comecei a apagar tudo o que eu tinha de você. Tanto as coisas físicas, meus desenhos da gente, as cartas, quanto as lembranças, me forcei a esquecer sua voz, nossas conversas, seu rosto e as coisas que me lembravam de você.

As nossas músicas tambem. E esta foi a pior parte. Você é louco por música, cantor, passamos tarde conversando via trechos de músicas, cantando, indicando músicas um ao outro.

Hoje eu me peguei cantando esta música. A música que euu odiei de primeira, mas bastou pra você me mandar em um aúdio pra eu não parar de ouvir. E eu precisei parar, me forcei a parar.

E hoje eu percebi que uma parte de você se foi, e, embora eu não quisesse que tivesse sido assim, é assim que é. E eu acho que agora estou aceitando isso.

Fdb

Meza

Então eu te vi, e nada era como eu imaginava e tudo era melhor do que eu esperava.

Mãos dadas, abraços e beijos. E um Meza mais carinhoso do que eu esperava.

E eu que queria que tudo desse errado, pra poder o esquecer, e pra botar um ponto final nessa história, acabei criando uma segunda parte.

Uma segunda parte, com umais nova espera, e com lembranças das férias mais felizes da minha vida.

A louca

Então tinha o carinha de óculos. Tudo muito bom, muito lindo. Estávamos conversando, fomos ao cinema. Não tinha filme, fomos lanchar. A hora passou voando. Foi tudo tão legal e tão fofo e tão engraçado, que nem parecia que era primeiro encontro. Parecia que éramos amigos de anos. OK.  Chegada em casa, mensagens. Tudo ok e fluindo. No outro dia, não me responde. Me bloqueia no site, e me exclui do wpp. Qual a porra do problema desse cara????? 

Off topic: E eu deveria ter deixado pra lá, mas já que é um fim, que eu pelo menos fale o que eu quis. Mandei um audio perguntando se isso era realmente necessário. Essa palhaçada. Se ele não podia ter falado a verdade, sei lá. Qualquer coisa.

O fantasma da ex

Me assombra todos os dias. E eu não sei exatamente o motivo. Na verdade eu sei. Eu a imagino linda e educada e inteligente e mil vezes melhor do que eu.

E eu sei que é bobeira minha porque ele nunca falou nada dela, melhor, nunca falou nada quando não foi perguntado. Porque eu pergunto. Não me aguento.

Eu não sei o que está acontecendo comigo, serio. Não estamos em disputa. Ela que terminou com ele, ele sofreu, chorou, ok. Nos conhecemos depois, e ele não aparenta saudade ou nada do tipo.

Mas na minha cabeça ela ele vai acabar voltando pra ela.

E eu não aguento mais pensar assim.

As pequenas confusões 

Ontem eu percebi que as coisas estão indo muito rápido. Sabe quando você pensa que as coisas estão em um nível e na verdade elas estão muito acima? Então.

Senti mais falta do que deveria de uma mensagem. Fiquei mais feliz do que o normal com uma mensagem inesperada. Me peguei sorrindo ao ver uma foto de um certo alguém sorrindo.

Ainda estou digerindo isso, ainda acho estranho, queria parar o processo, mas não sei se é possível, se faz sentido.

Se deixo rolar ou corto pela raiz.

Não sei.

Sei que agora eu vou olhar a foto sorrindo de novo, pq ela me traz uma paz, uma paz que eu preciso.

Puft, desapareceu

Eu sou aquela que some. Acabo de perceber. Na verdade, eu já vinha percebendo isso,  mas não queria acreditar.

Essa semana eu fiquei bem chateada pq o Tzekel-kan* sumiu. Passávamos horas conversando, tudo batia, poderiamos ser bons amigos e de repente, uma mensagem lida e não respondida. Uma hora. “Deve estar ocupado.” Um dia. “Nossa, que estranho.” 12 dias e vários online depois, eu vi que ele não vai voltar. E eu fico me perguntando o que eu fiz, porque tudo estava ok, ele não parecia chateado nem nada.

E eu vi que eu também faço isso. Eu nunca chegou pra ninguém e falo: olha, cansei. Olha, não rola. Olha, tou caindo fora.

Eu sumo. Pq é melhor pra mim. Pq me doi menos,  me incomoda menos. Porque eu não gosto de dizer adeus. Pq as vezes não existe um motivo, é só cansaço mesmo.

Confesso que mesmo chateada com o silêncio dele, eu ainda prefiro isso a um adeus. Ou a um: você é chata, não temos nada a ver, enfim. Odeio términos. Quando a pessoa some, eu vou me acostumando com a ausência.

No primeiro dia, tu sente uma falta. Mas ok, você acha que vai voltar. Depois, a falta diminuiu, e cresce uma esperança, uma ilusão, aaah, deve estar ocupado. Ou doente. Vai voltar, tenho fé. E quando você não tem mais esperança e só a certeza, já era, nada de falta mais. 

Enfim, pra mim é o melhor método. 

Doi menos. Cansa menos. 

Prefiro que sumam, assim como eu sempre sumo.

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* O nome dele, obviamente não é  Tzekel-kan. É que ele é super parecido com o personagem. Sério, assim que vi as fotos, sabia que era ele. O personagem é desse filme. Essa resenha é maravilhosa. 

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