Mais um post só pro Xav

Quer dizer que eu pensei em você outro dia e hoje você me manda mensagem? 

Se eu soubesse que o poder do pensamento era tão forte, eu teria pensado antes.

Interessante. Interessante. 

Mais uma vez nós discutimos sobre se nos conheceríamos ou não se não houvesse Internet, caso morássemos na mesma cidade. Sinto que não. Somos tão diferentes! Não imagino nós dois nos mesmos lugares, show, cinemas. Eu acho incrível como a gente se gosta e consegue conversar como se nos víssemos todos os dias, mesmo depois de meses longe.  

E mais incrível como eu não tenho raiva dos seus maybe nem de quando você me zoa. E eu nunca nem vi sua cara. Hahahaha 

Isso é tão estranho, Xav. Como você.

E eu gosto muito disso, como eu gosto de você. 

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Para os que ainda escrevem cartas

Comecei a ler “Para todos os garotos que já amei”, e resumindo bem basicamente: a heroína escreve cartas para todos os meninos que já amou (jura?) e misteriosamente essas cartas são enviadas. A história desenrola a partir daí, de como os garotos reagiram e como isso afetou a relação (ou não-relação dela com eles). 

Fiquei pensando o que aconteceria se os meninos encontrassem esse blog. O sr. Tall sabe, mas como ele não lê português e curiosidade não seja seu forte, duvido que tenha lido. Lorenzo que não é Lorenzo não sabe, tenho certeza. Nem o que não pode ser cortado. Meza é uma incógnita. Ele sabe que eu escrevo na Internet sobre ele, e já pediu o endereço do blog. Não dei. Se ele quisesse, sei que acharia, mas o conheço, o trabalho de procurar não deve ter atraído. 

Quase me esqueço do Chaviere… Era leitor assíduo, mas nunca escrevi sobre ele enquanto ele acompanhava. 

Enfim. 

Só uma pequena recordação das coisas que venho escrevendo.

Meza

Quando você me perguntou se eu tinha saudade, eu não respondi. E quando você me disse, “ok, você não tem saudade.”   

E eu não falei nada, deixei passar.  Porque não fazia sentido dizer o quanto eu sinto ou o quanto eu queria ainda estar contigo, porque já entendi que isso não vai acontecer e tudo bem. As coisas não são como a gente quer. 

Mas certas coisas me lembram você, e eu penso na gente.

Perguntas eternas

Estava à toa no Facebook, e me veio um post sobre você. E me lembrei do dia em que eu percebi que te amava. E do choque que eu senti. Nossa relação, tão estranha até ali, a gente sempre brigando e nunca concordando com nada. 

E a total falta de simetria entre você e seus conflitos e meus sonhos. 

Enfim. Percebi que te amava e lembro que só pensei: “Meu Deus”. E ainda relutei por umas semanas contra o óbvio. 

Queria tanto poder ler sua mente e perceber seu lado da história. Se foi um choque pra você, como para mim. Quando foi. Como foi.

Já se passou um ano e talvez mais, mas eu não tiro isso da cabeça e nem você do coração. 

Quebrando promessas II

Ainda sobre o militar frustrado.

Relendo o último post me veio um incômodo que normalmente não tenho. Fiquei com a sensação de que eu passei a idéia de que eu sentia falta dele, das conversas com ele e etc. Mas não é bem esse o caso.

Veja bem, era legal, tal. Mas não faz tanta falta assim. Tanto que não morri.

O apelido dele aqui é militar frustrado porque foi assim que ele se descreveu uma vez. O sonho dele era ser militar e seguir carreira na Marinha, mas havia uma miopia no meio do caminho. 

Sonhos destruídos, por assim dizer. 

Por isso ao ler o livro eu não parei de pensar nele. Porque havia o sonho da carreira militar. Mas no caso, realizado. E em sua última instância, a guerra. E o possível morrer em nome da pátria. Gostaria de saber as impressões dele sobre isso. 

Sobre a mente do Soldado Desconhecido. Se é isso que se passa na cabeça dele. Se ele de fato nunca pensou na guerra, afinal nós vivemos em um país “de paz”. Como ele lidaria com essas questões. 

Enfim. Algo pra se discutir. 
Quem sabe um dia.

Carta ao aniversariante – Pablito 

22 de abril de 2018

Acho que você foi uma das maiores surpresas da minha vida. Porque foi tudo tão rápido e tão legal, que até hoje eu duvido do que houve. Você chegou emais uma noite e nós dançamos como se não houvesse amanhã, e realmente não havia. E te reencontrar na mesma noite, horas depois, foi bom. Foi melhor que bom.

Você é um cara incrível, dança como ninguém e eu tenho certeza que o termo “bom-humor” foi criado pra te definir.

Espero, de coração, tudo de bom na tua vida. Hoje e sempre. Feliz Aniversário! 

Por do sol do Grags

Enfim. Hahaha. 

Só pra descarregar um pouco do meu ódio. Na verdade ódio é uma palavra muito forte, não serviria aqui. Talvez decepção? Não sei. Desapontamento é melhor. 

É aquilo, as pessoas agem como X,  você espera que seja X, do nada vira Y e ninguém avisa nada. 

Essa é para você, militar frustrado. Como você bem sabia, a gente se dava bem e a gente conversava de meu il coisas. Se no fim eu não era o que você queria ou as coisas não saíram como você esperava, me avisasse.  Não somos crianças. Agora simplesmente sumir é tão ridículo que nem sei o que te falar. 

Enfim. Isso aqui foi só pra descarregar. Você não lerá mesmo. 

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