Meza

Já faz um tempo desde a última vez, mas eu não canso de olhar nossas fotos e lembrar de tudo e criar coisas novas pra gente, pra nossa casa e nossa vida.

É tão estranho isso, sonhar por dois, sonhar com algo que não vai acontecer, saber que você está em outra vibe, que algo que foi bom pra mim pra ti não foi tudo isso.

E eu tenho um medo tão grande de nunca sentir isso de novo, essa vontade de voce, essa vontade de ter um nós, se sentir em casa em um abraço e não ligar de ter alguém bagunçando meu cabelo e reclamando do meu jeito de repetir a mesma música o dia todo.

Não ter você pra andar abraçada e não ter você pra ajudar a escolher a roupa e não ter sua barriga pra apertar e dizer que é nossa filha, não ter como me assustar da quantidade da sua comida e não combinar de gastar a sua parte de agua.

Não ter você dói demais.  Saber que você não volta dói demais. Eu sinto falta de nossas brigas, você sempre voltava, e agora eu não tenho essa volta e tudo é vazio e eu não quero lidar com isso.

Eu quero te ligar e te pedir para voltar, que eu te entendo e que a gente pode superar isso, mas eu te disse isso tantas vezes, já escrevi, tantas e tantas vezes…
Não adiantou, não é mesmo? Assim como não adiantaria agora.

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No hay más Meza

Não faço idéia se escrevi isto certo.

Enfim. Não tem mais Meza, não tem mais estresse pra saber se haverá mensagem, se ele estará disponível ou de bom humor.

Não tem mais “negrita” e nem “te amo”.

Nem as mais variadas desculpas pra não mandar áudios ou fotos.

Nem tem mais o medo de mandar mensagem e ser interpretada de forma errada, nem o medo de mandar preguntas e não ter respostas.

Não há mais nada em relação a ele, desde 01/09/16. 1 mês e 15 dias.

E ele aceitou tão bem. Foi tão fácil. Tão simples. Um “good luck” e ele sumiu. Foi bom porque a cada dia fico mais confiante de que tomei a decisão certa. Esta sendo uma merda porque eu queria que ele se importasse. Eu precisava disso. Mas não tive. Enfim.

Não há o que fazer.

Mais uma de amor

As histórias se repetem…

Você sai de um problema e aparece outro, de primeira parecia que era diferente, outras cores, outros sonhos, outros sabores.

Mas quando o tempo vai passando, você vai vendo que é mais do mesmo, do mesmo, do mesmo….

Bate um desanimo, sabe?

Mas enfim.
Sinto tua falta Mapm.

A sunga do Mapm

Daí que eu sempre tenho uns sonhos beem estranhos, e o mapm de vez em quando dá as graças neles.

Num dos sonhos, ele trocava a foto do perfil do wpp varias vezes, sempre pra fotos sem blusa, bermudinha, sunga, bem verão.

No outro ele também trocava a foto do wpp, ele estava domando um leao e também de sunga.

O tenso é: ele nunca troca a foto, ele nunca colocaria fotos sem blusa (odeia a barriga), ele não tem tatoos, e espero eu ele não tem sunga azul celeste. Pq sim, sempre que ele aparece de sunga, ela é azul celeste.

Hoje eu vi a sunga dos sonhos, e fiquei enlouquecida, doida pra comprar e mandar. Infelizmente não tinha o tamanho dele :/

Maria Cecilia & Rodolfo me entendem

“E os dias vão, e essa saudade de você no coração 

O telefone que nao sai da minha mão

Eu conto as horas pra você voltar pra mim”

Acordo e checo se não tem mensagem. Passo o dia com o telefone no máximo, mesmo odiando celular barulhento,pra não perder qq notificação sua. Notificação que não chega. Eu checo o Skype de um em um minuto. Eu acordo de madrugada pra ver se chegou algo. E nada. Essa agonia por dias.

Eu sei que tá tudo dando errado pra você, apartamento, gato, cachorro, avó, pai, emprego, chefe, tufao.

Mas tá tudo errado pra mim também. Pai, mão, ansiedade, grana (ou falta dela), você. Ou falta de.

Porque eu sempre sou a compreensiva, a “sweet”, a que entende. E tou semore cuidando de você. E procurando. E eu queria que você entendesse. Cuidasse. Apoiasse.

Ou que pelos menos não desaparecesse. Porque o que dói nao é não é a falta, é não saber. Se você tá vivo, se você desistiu, se você ainda me quer.

Doi saber que tu não achou um minuto pra falar comigo, que tu não sente minha falta como eu sinto a tua, que tu não liga. Não como eu ligo.

Doi saber que eu fico remoendo isso e me irritando e tendo crise e me machucando pra nada, pq eu não consigo dizer Tchau.

Assim que você aparece a raiva passa. Eu esqueço. Ou tento. Porque no fundo eu acho que é o máximo que eu mereço.

Cartas que eu não mando

Eu ainda não superei minha mania de cartas. Tenho várias espalhadas pelos diários que coleciono. Fora as que tenho aqui, as em folhas soltas, as em documentos do Word nunca enviados.

Geralmente eu as escrevo quando estou triste, chateada, ou coisa assim. As coisas que escrevo são aquelas que não tenho coragem de falar, aquelas que eu acho que as pessoas deveriam saber, mas eu tenho medo de mostrar. Medo de ser tida como boba, medo de incomodar, medo de parecer besta, medo.

Esse medo sempre me assolou, sempre.

Enfim.

Dessa vez eu escrevi umas cartas pro mapm, e provavelmente eu as enviarei, até porque eu acho que ele vai ~terminar~ comigo mesmo. Escrevi duas, e mandarei junto. Uma escrevi no calor do momento, estressadíssima, tudo dando errado, ele daquele jeito dele meio louco, eu meio carente, tem dias que não bate. A outra eu já estava com a cabeça no lugar e sabia que a primeira deve ter ficado meio “QQQQ???” porque eu me perco fácil.

Enfim. Espero que ele entenda. se ele ainda não tiver terminado comigo quando as cartas chegarem, ele vai lê-las e achar que eu sou completamente pirada. Ou ele aceita ou foge.

Vai ser bom que ele saiba onde está se metendo. (Se bem que eu desconfio que ele tem uma certa ideia)

Bem, deixo esta música  aqui também. Me apaixonei assim que ouvi, é minha cara.

cartas.meza

As cartinhas. A amarela é a louca, a azul a contida.

A volta

Ele sempre volta. E espero que desta vez não seja diferente. Ele sempre volta, e sempre comenta da minha ~ paciência.
Eu me pergunto até que ponto isso   pode ser chamado de paciência. E uso o termo ‘isso’ porque eu não sei o que é. Paciência? Esperança? Burrice?
Porque eu tento me entender, mas não consigo. Não entendo porque eu aumento meus limites, diminuindo exigências, pra se ajustar a ele, ao que ele espera,   ao que ele quer.
E eu não sei mais se a garota que o Meza conhece sou eu mesma, se ele que criou na sua cabeça, ou se eu que me moldei.
Ele vai voltar, e o pior é saber que eu vou aceitar.

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